Quanto custa uma hora com a TI parada na sua empresa?
Servidor que não liga, sistema fora do ar, ataque de ransomware. Informe os dados da sua empresa e veja o custo por hora, por cenário e por ano. A conta é feita no seu navegador, sem cadastro.
Nem toda parada é causada por ataque, mas incidentes de segurança podem prolongar a recuperação
Equipamento antigo, configuração mal feita e falha que ninguém resolve também param a empresa. Um bom cuidado com a TI ataca as quatro causas. Entenda as causas das quedas de sistema e como reduzir as interrupções.
Ataques e incidentes de segurança
Ransomware, conta de e-mail invadida, vírus que se espalha pela rede. Incidentes de ransomware podem provocar períodos prolongados de indisponibilidade, porque a recuperação pode exigir investigação, limpeza e reconstrução do ambiente.
Equipamentos antigos
Servidor ou computador no fim da vida útil, sem garantia e sem peça. Quando falha, a troca leva dias, e equipamento antigo também deixa de receber atualização de segurança.
Configurações mal feitas
Atualização aplicada sem teste, rede configurada às pressas, backup que nunca foi conferido. O problema fica escondido até o dia em que derruba tudo.
Falhas operacionais prolongadas
Um problema simples que ninguém resolve: o colaborador espera, tenta sozinho, chama alguém sem o conhecimento certo, e horas viram dias.
Sobre o cenário de ransomware: os 5 dias úteis são um cenário ilustrativo de simulação, não uma média nem uma garantia de prazo de recuperação. Como referência, no levantamento da Sophos de 2025, com 3.400 líderes de TI e de segurança em 17 países, todos de organizações atingidas por ransomware no último ano, 53% se recuperaram em até uma semana (The State of Ransomware 2025).
A fórmula, aberta
- Horas do mês = dias úteis × horas por dia
- Equipe parada por hora = colaboradores × parte da equipe parada × custo por colaborador ÷ horas do mês
- Faturamento perdido por hora = faturamento mensal ÷ horas do mês × parte que se perde de vez
- Estrutura ociosa por hora = custos fixos mensais ÷ horas do mês
- Custo da hora parada = soma das três partes, multiplicada pelas horas de cada cenário
- Perdas anuais estimadas = paradas de 4 horas por ano × 4 × custo da hora parada
- Investimento anual = dispositivos × R$ 90 × 12
- Perdas potencialmente evitadas = perdas anuais estimadas × redução informada
- ROI estimado no cenário informado = (perdas potencialmente evitadas − investimento anual) ÷ investimento anual
O ROI pode dar negativo, e a calculadora mostra esse resultado como ele é. Com zero dispositivos não há investimento, e o ROI não pode ser calculado. O preço usado é o inicial público do Suporte remoto da Pulso, R$ 90 por dispositivo ao mês, sem desconto por volume; o valor final depende do escopo e das condições da proposta.
As três parcelas são uma estimativa operacional, não uma perda contábil exata, e podem se sobrepor conforme a estrutura de custos da empresa. No artigo sobre quedas de sistema, a terceira parcela é de custos extras (hora extra, multas, atendimento emergencial); aqui ela é a estrutura ociosa (custos fixos pagos com a empresa parada). Por isso as duas contas não dão exatamente o mesmo número.
Marco Biazon, sócio-diretor da Pulso, explica o raciocínio do cálculo de downtime e de ROI. Os valores do vídeo são exemplos da época da gravação; os preços atuais estão em planos. A calculadora separa colaboradores de dispositivos e deixa a hipótese de redução editável, por isso os resultados podem diferir do exemplo do vídeo.
Dúvidas sobre o custo do downtime
O que é downtime?
Downtime é o tempo em que a empresa fica sem conseguir trabalhar por causa de uma falha de tecnologia: sistema fora do ar, servidor parado, internet caída, computador que não liga ou ataque de ransomware. Durante esse tempo, a equipe continua sendo paga, a estrutura continua custando e parte das vendas não acontece.
Como calcular o custo de uma hora de TI parada?
Some três partes. Equipe parada: número de pessoas afetadas vezes o custo mensal de cada uma, dividido pelas horas de trabalho do mês. Faturamento perdido: faturamento mensal dividido pelas horas do mês, vezes a parte que não volta depois. Estrutura ociosa: custos fixos mensais divididos pelas horas do mês. Depois multiplique pelo número de horas paradas.
Por que só uma parte do faturamento conta como perdida?
Porque nem toda venda some quando o sistema cai. Muitos clientes esperam e compram depois. O que se perde de vez é o pedido que foi para o concorrente, o prazo que venceu e a produção que não é recuperada. Por isso a calculadora começa com 50% e deixa você ajustar para a realidade do seu negócio.
O que mais causa downtime em pequenas e médias empresas?
As causas mais comuns são equipamentos antigos sem garantia, configurações e atualizações mal feitas, falhas simples que ninguém resolve rápido e incidentes de segurança. Nem toda parada é causada por ataque, mas incidentes como ransomware e contas invadidas podem prolongar a recuperação, porque exigem investigação, limpeza e reconstrução. Monitoramento, manutenção preventiva e backup testado reduzem esses riscos.
Quanto tempo uma empresa fica parada depois de um ataque de ransomware?
Varia muito de caso para caso. No levantamento da Sophos de 2025, com 3.400 líderes de TI e de segurança em 17 países, todos de organizações atingidas por ransomware no último ano, 53% se recuperaram em até uma semana. A calculadora usa 5 dias úteis como cenário ilustrativo de simulação. Não é a média da pesquisa nem uma previsão de quanto tempo a sua empresa levaria para se recuperar.
Vale a pena terceirizar a TI para evitar downtime?
Depende do tamanho do risco. A calculadora compara as perdas anuais estimadas com o preço inicial público do Suporte remoto da Pulso (R$ 90 por dispositivo ao mês), multiplicado pelo número de computadores e notebooks que você informar. A redução das paradas começa em 50%, mas é uma hipótese que você ajusta de 0% a 100%, e o resultado pode ser negativo. A simulação considera só o cenário modelado: segurança, equipamentos em dia e atendimento rápido não entram na conta.
Por que colaboradores e dispositivos são campos separados?
Porque medem coisas diferentes. O número de colaboradores entra no custo da equipe parada. O número de computadores e notebooks entra no investimento em suporte, que é cobrado por dispositivo. Uma empresa com 50 pessoas pode ter 35 computadores, ou 60.
Os números que eu digito ficam salvos?
Não. A conta é feita no seu navegador. Só recebemos os números se você pedir o relatório por e-mail, e nesse caso usamos seus dados apenas para enviar o relatório e entrar em contato, conforme a política de privacidade.
Veja também: causas das quedas de sistema e como preveni-las, segurança gerenciada, servidores em nuvem, backup com teste de restauração e monte seu plano.
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